Tudo começou quando…

…uma equipe formada pelo Guilherme Sandler – professor de Geografia, Elaine Rocha – professora da Tecnologia Educacional e Márcia Sacay – coordenadora de Ciências enviaram uma proposta de trabalho para o edital Construção de Espaços Maker na Educação promovidos pelo Media Lab do MIT, Fundação Lemann e Instituto Vivo Telefônica.

De um total de 206 instituições de todo país que inscreveram seus projetos, os organizadores selecionaram 18. Deste seleto grupo com iniciativas Maker fazem parte instituições ligadas a universidades, instituições de ensino informal localizadas em área rural, favela e espaços colaborativos por todo o país, escolas públicas e duas escolas particulares, o Colégio Bandeirantes e nós, do Centro Educacional Pioneiro!

Além da proposta desafiadora apresentada aos organizadores, outro critério muito importante para nossa seleção foi a participação do departamento de Tecnologia Educacional com duas frentes: o Pioneiro Digital que compartilha recursos digitais sob licença aberta, além de nos deixar conectados todo o tempo nas redes sociais e, os projetos Scratch que também envolvem os eventos do Scratch Day e da Hora do Código, com abrangência e visibilidade mundial.

Atualmente, a equipe que desenvolve o projeto conta também com a atuação da professora Lilian Campos de Ciências, além da parceria dos demais professores do 9º ano que, em momentos pontuais, envolvem-se com o projeto de forma colaborativa e enriquecedora.

 Mas afinal, o que é um Espaço Maker e o que foi apresentado aos organizadores?

Projetos que envolvem uma Cultura Maker apresentam de maneira enfática o componente “pôr a mão na massa” (em inglês: do it yourself – DIY) que envolve a aprendizagem criativa, através de construções colaborativas e de autoria, envolvendo projetos e trabalhos manuais, com o uso de tecnologias das mais simples às sofisticadas, para encurtar caminhos e facilitar acessos através de uma prática interdisciplinar.

No mundo de hoje não podemos simplesmente nos contentar em fazer aquilo que necessitamos. O olhar deve se voltar ao outro, pessoas, comunidades, grupos, que não podem ou que não tem itens mínimos para uma sobrevida com dignidade.

Os resultados serão mais efetivos e os caminhos encurtados se desenvolvermos atitudes e posturas para nos tornarmos ativos com relação ao uso das tecnologias da informação e não apenas passivos consumidores. A criação e gerenciamento das múltiplas formas de mídias e o uso compartilhado e colaborativo da tecnologia da informação na sociedade contemporânea abre portas para uma maior participação solidária na busca de soluções e melhorias aos problemas da sociedade por meio de ações digitais.

Como funciona?

Como um primeiro projeto piloto, iniciou-se em 2015 com as 3 turmas de 8º ano, continuando com a mesma turma  em 2016, que agora fazem parte do 9º ano.