Em 9 de agosto, uma terça-feira que amanheceu ensolarada, partimos logo cedo para mais uma etapa do trabalho do Estudo do Meio sobre a cidade de São Paulo. Nesta fase, os alunos do 1º ano do Ensino Médio participaram de uma saída para o Centro Histórico da capital.

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A primeira parada foi no Marco Zero, que é o centro geométrico da cidade, onde há um monumento que em seu topo exibe um mapa que mostra cinco direções de partidas para outras regiões do país. Fica na Praça da Sé, sede da imponente catedral gótica da Igreja Católica.

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É lá que os alunos vão descobrindo, entre luzes e sombras, os habitantes da cidade, trabalhadores, turistas, religiosos, comerciantes e outros transeuntes que passam pelo Centro Histórico de São Paulo.

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De lá fomos em direção ao Pateo do Collegio, passando pelos históricos edifícios do Solar da Marquesa de Santos (toda pintada de rosa) e a Casa nº 1. Do berço da cidade observarmos suas alegorias e miramos o bairro do Brás, do outro lado do Parque D. Pedro.

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Seguimos caminho em direção ao Mercado Municipal da Rua Cantareira, caminhando pela ladeira General Carneiro, com seu comércio característico e seus camelôs, e conhecemos a zona cerealista, toda colorida.

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No “Mercadão”, tudo alegria. É lá que podemos degustar o sanduíche de mortadela e o pastel de bacalhau que deram fama ao lugar, entre outras guloseimas.

Cerca de duas horas depois continuamos o trajeto pelo Centro Histórico em direção à estação Luz do Metrô, a etapa mais complicada dessa saída, pois é uma subida só! Passamos pelas ruas da Cantareira, Paula Sousa e Mauá. Paramos na Vila dos Ingleses, um momento de silêncio, contemplação e oportunidade para apreciar uma garrafinha de água refrescante.

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Por fim, uma chegadinha na passarela sobre a Avenida Tiradentes para observar as avenidas radiais, as relações entre as regiões da Luz, da zona cerealista, do Brás e da zona norte com a zona leste. Durante todo o dia, os alunos realizaram entrevistas, desenhos, fotos e outros registros.

Na Estação da Luz fechamos o circuito pelo Centro Histórico, afinal passava das 15 horas e estávamos andando desde às 8 horas!

Acácio Arouche – Professor de Artes.