Por Débora Sebriam e Silvia Yamazaki

Rubinho - assistente seleçao brasileira voleibolQuando se trata de voleibol, o Pioneiro sempre está nos lugares mais altos do pódio na Liga Escolar. Para deixar esse trabalho ainda mais forte e estimular nossos alunos, o Pioneiro trouxe um dos maiores ícones do voleibol brasileiro para ministrar uma Clínica de Voleibol para o Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

O assistente técnico Roberley Leonaldo, conhecido como Rubinho, é braço direito de Bernardinho, tem 27 anos de experiência no voleibol e atua na seleção brasileira masculina desde 2006 e o assistente técnico da equipe feminina do SESI/SP, Rodolfo Lino, lideraram as atividades em quadra e fizeram um batepapo com nossos estudantes.

Diversos tipos de pergunta foram colocadas, os alunos queriam saber como eles se interessaram pelo voleibol, há quanto tempo trabalham como técnicos, como é a rotina diária e as viagens pelo mundo, se eles foram jogadores antes de integrarem comissões técnicas. Destacamos algumas baixo.

Como é a experiência de participar e de ganhar uma olimpíada?

Rubinho: todo mundo sonha em jogar uma olimpíada, é o ponto alto da carreira. A sensação da vila olímpica é muito legal, ali você encontra com os melhores atletas do mundo. Me lembro de almoçar uma mesa a frente do tenista Nadal e de como ele foi gentil ao tirar fotos com outros atletas.

O que você faz na seleção brasileira?

Rubinho: Eu assisto aos jogos (pela TV ou nos ginásios), analiso os jogadores e estudo os adversários com o Bernardinho para definirmos as opções.

Como você se interessou pelo voleibol?

Lino: desde os 7 anos fui estimulado a jogar voleibol pela minha mãe, que também era atleta. Eu tinha um compromisso muito verdadeiro com voleibol e joguei até os 15 anos. Eu sofri uma lesão grave, entrei na faculdade aos 17 anos e fui estudar para me tornar técnico. Faço parte de uma família de atletas, meus irmãos também jogam voleibol.

Qual a sua relação com os livros?

Rubinho: eu leio muito, de 2 a 3 livros ao mesmo tempo. Gosto muito de livros de técnicos e de livros de história. No Brasil temos poucos livros de técnicos, mas gosto de ler livros sobre outros esportes também, basquete, futebol americano e outros. Uma outra paixão são os livros que falam sobre as guerras e história em geral. Na minha casa já não tem onde por livros.

Lino: eu não sou um devorador de livros, mas adquiri o hábito da leitura graças ao estímulo do Rubinho uns anos atrás. Acredito que no esporte a leitura é muito importante, um jogador que lê tem melhores respostas até mesmo no jogo, devido a sua capacidade de análise.

A presença de Rubinho e Lino no Pioneiro foi um grande incentivo e motivação para que as alunas do treinamento esportivo se dediquem ainda mais a algo que gostam tanto. Principalmente, porque nossos convidados já foram atletas e também iniciaram seus conhecimentos no voleibol nas escolas que estudavam.  Grande parte delas comentou como eles foram atenciosos e solícitos com todos os alunos do Pioneiro.

A prática esportiva é um agente transformador, ensina muito mais que simplesmente jogar determinada modalidade. O esporte  amplia nossos horizontes, abre portas para  alçarmos vôos mais altos, mostra-nos o que é ser um verdadeiro cidadão, com responsabilidades, mas generoso e preocupado com o  próximo. Nossos convidados são a prova disso!

Rubinho e Lino, o Pioneiro agradece a presença de vocês, até a próxima!