Por Walter J P de Moraes com participação de Eduardo Crispim de Moraes

Divertir-se muito, com pouco.

Sábado ficou provada esta máxima, afinal, alguns rolimãs e pedaços de madeira proporcionaram integração e muita diversão a alunos, familiares, professores e colaboradores.

É certo que houve um grande trabalho para que estes materiais adquirissem forma, cor e se transformassem em carrinhos que já foram protagonistas de muitos rachas e tombos, a gerações anteriores à destes jovens mais afeitos a telinhas de cristal líquido.

carrinho roilma 2017

O que deu vida a estes carrinhos foi a dedicação envolvida em sua construção, e a parte mais emocionante, a descida pela rua “asfaltada”.

Na prática, mais parecia uma corrida de obstáculos. Sim, lá vão eles e… opa, uma elevação não prevista, uma depressãozinha inconveniente e tudo para. Empurrãozinho daqui, forcinha dali, e lá se vai uma rolimã. Carrinho de volta ao box: fura, martela, lixa, lubrifica, bate, bate, bate. Pronto. Agora ficou bom.

O campo de provas era mais generoso, já que na quadra da escola eles eram verdadeiros bólidos. A realidade às vezes parece ser mais cruel que o planejado. Aí é que vem o sabor do desafio. Adaptação e principalmente muita garra para vencer alguns metros de pista improvisada.

Perguntem a qualquer vovô que ainda participou desses “pegas” na adolescência e ele vai confirmar que essa brincadeira era exclusiva dos garotos. E hoje? Bem, parece que não é mais assim. Basta ver os vídeos e confirmar pela imagem da equipe vencedora.

Diversão democrática, também para todas as idades. Organização impecável. Envolvimento total. Muita energia e o resultado não poderia ser outro, um dia memorável.

Confira como foi a corrida, acesse as fotos e vídeos, aqui.