Gustavo Eiji Kawagoe – 9 B – 2016

Embora o pai de Will tivesse uma livraria, Will nunca se importou com o universo que um dia iria herdar de seu pai. Ele preferia muito mais ficar em seus games, um lugar que dizia ser livre de verdade.

Os anos passaram e o garoto de cabelos pretos e olhos negros cresceu; agora, com 10 anos, sabia ler e escrever. Seu pai, como presente de aniversário, decidiu presentear Will com um dos livros de sua livraria. Chamou-o em seu escritório. Chegando lá, seu pai disse que escolhesse um livro que fosse de seu agrado. Will, meio decepcionado com o presente, saiu da sala reclamando, mas decidiu pegar um livro.

Enquanto caminhava, vendo os títulos das obras, viu um livro que lhe chamou a atenção. Chamava-se “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. O nome prendeu-lhe a atenção pelo fato de representar a combinação de comida de que mais gostava. O jovem pegou o livro, avisou o pai e foi para seu quarto, que era no andar de cima da livraria.

Seu plano era lê-lo depois de “zerar” um jogo que comprara. Mas, uma hora depois, após jogar tanto “Pokemão”, ele cansou, pausou o jogo e desligou a televisão. Naquele momento, o menino de 10 anos não tinha nada para fazer. Respirou fundo e decidiu ler o livro que o pai lhe dera.

Ele começou a ler, e quando se deu conta já havia terminado o livro. Ele gostou tanto que agora não só é fascinado por livros, como também entende que a livraria de seu pai é um universo fantástico, cheio de portas que levam a outros mundos.

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Descrição da atividade

Depois de apresentar aos alunos da Oficina Literária algumas obras do artista canadense Robert Gonsalves, eles foram convidados a produzir um texto narrativo que reproduzisse a ideia contida em uma de suas ilustrações.

Robert Gonsalves